Aluno: Francisco Gabriel
José Roberto Aguilar é o primeiro a trazer para a cena do vídeo toda a estética tropicalista e underground, que já tomava forma, por exemplo, no cinema (Júlio Bressane, Rogério Sganzerla, Andrea Tonacci, Arthur Omar, entre outros) e no teatro (Zé Celso, Antunes Filho e o argentino Victor Garcia). Os primeiros trabalhos de Aguilar, realizados parte no Brasil e parte nos Estados Unidos ou Japão, seguem a linha conceitual dos teipes cariocas, com planos longos e "performáticos", editados com corte mecânico e fita adesiva. Posteriormente, o trabalho de Aguilar foi se tornando mais complexo e voltado para a exploração de possibilidades instalativas. Divina Comédia Brasileira e Sonho e Contra-sonho de uma Cidade (ambos de 1981) são trabalhos estruturados como concertos de videoarte, em que se utilizam dois gravadores e dois monitores sincronizados em contraponto, "dialogando" entre si sobre o sentido da arte.
Obras importantes:
Where is South America
The Trip
Lucila, Filme Policial
IAÔS, a experiência da totalidade do casamento com os ORIXÁS
Dança na Praia
Raio de Luz
Lua Oriental
Divina Comédia Brasileira e Sonho e Contra-sonho de uma Cidade
Viagem de um Osso
Site oficial do artista: http://www.aguilar.art.br/expose/index.html
sábado, 14 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Tudo sobre Arte do século XX e XXI
Estudante: Álvaro
Disciplina: Ação Artistica
Galera, esse site aqui da USP é muito bom: http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/index.html.
Sigam o caminho: Módulo V> Introdução> Grupo Fluxus> Depois clica na imagem que aparece.
Ou então vai direto no link: http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo5/fluxus.html
Vai servir para quem sentiu dificuldade para ler aquele texto, Vídeo: Primeira Etapa, de Laura Baigorri.
Disciplina: Ação Artistica
Galera, esse site aqui da USP é muito bom: http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/index.html.
Sigam o caminho: Módulo V> Introdução> Grupo Fluxus> Depois clica na imagem que aparece.
Ou então vai direto no link: http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo5/fluxus.html
Vai servir para quem sentiu dificuldade para ler aquele texto, Vídeo: Primeira Etapa, de Laura Baigorri.
Projeto Videoperformático
Grupo de performers: Álvaro Lordêlo, Denis Zubieta e Valdinai Matos
CONCEITO: Mostrar o uso da violência e forma banalizada.
REPETIÇÃO: A reprodução incessante de vídeos representativos da violência
cotidiana contrastando com desenhos animados.
SÍNTESE: Questionar até que ponto a violência é um fato a ser lastimado
e como ela é colocada como entretenimento e fruto de geração de notícias.
CORPO: O corpo performático será a projeção do rosto na parede daquele que ver as imagens
de violência reproduzidas no vídeo e reage (ou não) de alguma forma.
CONCEITO: Mostrar o uso da violência e forma banalizada.
REPETIÇÃO: A reprodução incessante de vídeos representativos da violência
cotidiana contrastando com desenhos animados.
SÍNTESE: Questionar até que ponto a violência é um fato a ser lastimado
e como ela é colocada como entretenimento e fruto de geração de notícias.
CORPO: O corpo performático será a projeção do rosto na parede daquele que ver as imagens
de violência reproduzidas no vídeo e reage (ou não) de alguma forma.
Conversando sobre Arte Conceitual com Sol LeWitt...
Estudante: Álvaro Lordêlo
Componente: Ação Artística II
Iremos aqui falar um pouco das sentenças sobre Arte Conceitual a partir das idéias
de Sol LeWitt. Vamos pretender aqui, através dos comentários, também levantar novas
problematizações oriundas das afirmações daquele artista. Solicitamos que nossos
colegas levantem também novas perguntas a partir dessas:
Afirmação:
Idéias em si podem ser uma obra de arte; estão em uma cadeia de desenvolvimento e podem
finalmente encontrar alguma forma. Nem todas as idéias precisam ser concretizadas.
Comentário:
Como assim as idéias não precisam ser concretizadas? Elas não precisam sair do papel ou das nossas mentes fluidoras? Considero que, para uma idéia ser apreciada (pelos espectadores e pelo próprio artista), ela precisa ser demonstrada! Será que é possível executar uma idéia só usando o imaginário?O palco para as obras seria o cérebro?
Mais importante ainda: Como um artista seria estudado se não deixasse as suas aparições ou obras artísticas para serem analisadas e que hoje impulsionam nossas problematizações em sala de aula e, ao mesmo tempo, é semente para nossas idéias?
Afirmação:
Para cada obra de arte que se concretiza existem muitas variações não concretizadas.
Comentário:
Ora, exemplo mais evidente disto são as performances que estamos produzindo para apresentar em Ação Artística II. Produzimos algo, depois desproduzimos. Temos idéias, a executamos,desistimos de usá-las... No final de tudo iremos fazer algo que escapa à nossa imaginação e disto sobrará vestígios de idéias e ações que não serão aplicadas no projeto final da obra.
Componente: Ação Artística II
Iremos aqui falar um pouco das sentenças sobre Arte Conceitual a partir das idéias
de Sol LeWitt. Vamos pretender aqui, através dos comentários, também levantar novas
problematizações oriundas das afirmações daquele artista. Solicitamos que nossos
colegas levantem também novas perguntas a partir dessas:
Afirmação:
Idéias em si podem ser uma obra de arte; estão em uma cadeia de desenvolvimento e podem
finalmente encontrar alguma forma. Nem todas as idéias precisam ser concretizadas.
Comentário:
Como assim as idéias não precisam ser concretizadas? Elas não precisam sair do papel ou das nossas mentes fluidoras? Considero que, para uma idéia ser apreciada (pelos espectadores e pelo próprio artista), ela precisa ser demonstrada! Será que é possível executar uma idéia só usando o imaginário?O palco para as obras seria o cérebro?
Mais importante ainda: Como um artista seria estudado se não deixasse as suas aparições ou obras artísticas para serem analisadas e que hoje impulsionam nossas problematizações em sala de aula e, ao mesmo tempo, é semente para nossas idéias?
Afirmação:
Para cada obra de arte que se concretiza existem muitas variações não concretizadas.
Comentário:
Ora, exemplo mais evidente disto são as performances que estamos produzindo para apresentar em Ação Artística II. Produzimos algo, depois desproduzimos. Temos idéias, a executamos,desistimos de usá-las... No final de tudo iremos fazer algo que escapa à nossa imaginação e disto sobrará vestígios de idéias e ações que não serão aplicadas no projeto final da obra.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
_AQUI PRA VOCÊ!!!!_
A LÍNGUA LAMBE!!
A língua lambe as pétalas vermelhas
da rosa pluriaberta; a língua lavra
certo oculto botão, e vai tecendo
lépidas variações de leves ritmos.
E lambe, lambilonga, lambilenta,
a licorina gruta cabeluda,
e, quanto mais lambente, mais ativa,
atinge o céu do céu, entre gemidos,
entre gritos, balidos e rugidos
de leões na floresta, enfurecidos.
Carlos Drummond de Andrade
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Aluno: C_BERNAS ( ♪ )
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