sábado, 14 de novembro de 2009

José Roberto Aguilar

Aluno: Francisco Gabriel

José Roberto Aguilar é o primeiro a trazer para a cena do vídeo toda a estética tropicalista e underground, que já tomava forma, por exemplo, no cinema (Júlio Bressane, Rogério Sganzerla, Andrea Tonacci, Arthur Omar, entre outros) e no teatro (Zé Celso, Antunes Filho e o argentino Victor Garcia). Os primeiros trabalhos de Aguilar, realizados parte no Brasil e parte nos Estados Unidos ou Japão, seguem a linha conceitual dos teipes cariocas, com planos longos e "performáticos", editados com corte mecânico e fita adesiva. Posteriormente, o trabalho de Aguilar foi se tornando mais complexo e voltado para a exploração de possibilidades instalativas. Divina Comédia Brasileira e Sonho e Contra-sonho de uma Cidade (ambos de 1981) são trabalhos estruturados como concertos de videoarte, em que se utilizam dois gravadores e dois monitores sincronizados em contraponto, "dialogando" entre si sobre o sentido da arte.

Obras importantes:

Where is South America

The Trip

Lucila, Filme Policial

IAÔS, a experiência da totalidade do casamento com os ORIXÁS

Dança na Praia

Raio de Luz

Lua Oriental

Divina Comédia Brasileira e Sonho e Contra-sonho de uma Cidade

Viagem de um Osso


Site oficial do artista: http://www.aguilar.art.br/expose/index.html

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Tudo sobre Arte do século XX e XXI

Estudante: Álvaro
Disciplina: Ação Artistica

Galera, esse site aqui da USP é muito bom: http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/index.html.

Sigam o caminho: Módulo V> Introdução> Grupo Fluxus> Depois clica na imagem que aparece.
Ou então vai direto no link: http://www.mac.usp.br/mac/templates/projetos/seculoxx/modulo5/fluxus.html

Vai servir para quem sentiu dificuldade para ler aquele texto, Vídeo: Primeira Etapa, de Laura Baigorri.


Projeto Videoperformático

Grupo de performers: Álvaro Lordêlo, Denis Zubieta e Valdinai Matos

CONCEITO: Mostrar o uso da violência e forma banalizada.
REPETIÇÃO: A reprodução incessante de vídeos representativos da violência 
cotidiana contrastando com desenhos animados.
SÍNTESE: Questionar até que ponto a violência é um fato a ser lastimado 
e como ela é colocada como entretenimento e fruto de geração de notícias.
CORPO: O corpo performático será a projeção do rosto na parede daquele que ver as imagens 
 de violência reproduzidas no vídeo e reage (ou não) de alguma forma.

Conversando sobre Arte Conceitual com Sol LeWitt...

 Estudante: Álvaro Lordêlo
Componente: Ação Artística II

Iremos aqui falar um pouco das sentenças sobre Arte Conceitual a partir das idéias
de Sol LeWitt. Vamos pretender aqui, através dos comentários, também levantar novas
problematizações oriundas das afirmações daquele artista. Solicitamos que nossos
colegas levantem também novas perguntas a partir dessas:

Afirmação:

Idéias em si podem ser uma obra de arte; estão em uma cadeia de desenvolvimento e podem
finalmente encontrar alguma forma. Nem todas as idéias precisam ser concretizadas.

Comentário:

Como assim as idéias não precisam ser concretizadas? Elas não precisam sair do papel ou das nossas mentes fluidoras? Considero que, para uma idéia ser apreciada (pelos espectadores e pelo próprio artista), ela precisa ser demonstrada! Será que é possível executar uma idéia só usando o imaginário?O palco para as obras seria o cérebro?
Mais importante ainda: Como um artista seria estudado se não deixasse as suas aparições ou obras artísticas para serem analisadas e que hoje impulsionam nossas problematizações em sala de aula e, ao mesmo tempo, é semente para nossas idéias?

Afirmação:

Para cada obra de arte que se concretiza existem muitas variações não concretizadas.

Comentário:

Ora, exemplo mais evidente disto são as performances que estamos produzindo para apresentar em Ação Artística II. Produzimos algo, depois desproduzimos. Temos idéias, a executamos,desistimos de usá-las... No final de tudo iremos fazer algo que escapa à nossa imaginação e disto sobrará vestígios de idéias e ações que não serão aplicadas no projeto final da obra.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

_AQUI PRA VOCÊ!!!!_

A LÍNGUA LAMBE!!





A língua lambe as pétalas vermelhas


da rosa pluriaberta; a língua lavra


certo oculto botão, e vai tecendo


lépidas variações de leves ritmos.


E lambe, lambilonga, lambilenta,


a licorina gruta cabeluda,


e, quanto mais lambente, mais ativa,


atinge o céu do céu, entre gemidos,


entre gritos, balidos e rugidos


de leões na floresta, enfurecidos.

Carlos Drummond de Andrade
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Aluno: C_BERNAS ( )
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