quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Conversando sobre Arte Conceitual com Sol LeWitt...

 Estudante: Álvaro Lordêlo
Componente: Ação Artística II

Iremos aqui falar um pouco das sentenças sobre Arte Conceitual a partir das idéias
de Sol LeWitt. Vamos pretender aqui, através dos comentários, também levantar novas
problematizações oriundas das afirmações daquele artista. Solicitamos que nossos
colegas levantem também novas perguntas a partir dessas:

Afirmação:

Idéias em si podem ser uma obra de arte; estão em uma cadeia de desenvolvimento e podem
finalmente encontrar alguma forma. Nem todas as idéias precisam ser concretizadas.

Comentário:

Como assim as idéias não precisam ser concretizadas? Elas não precisam sair do papel ou das nossas mentes fluidoras? Considero que, para uma idéia ser apreciada (pelos espectadores e pelo próprio artista), ela precisa ser demonstrada! Será que é possível executar uma idéia só usando o imaginário?O palco para as obras seria o cérebro?
Mais importante ainda: Como um artista seria estudado se não deixasse as suas aparições ou obras artísticas para serem analisadas e que hoje impulsionam nossas problematizações em sala de aula e, ao mesmo tempo, é semente para nossas idéias?

Afirmação:

Para cada obra de arte que se concretiza existem muitas variações não concretizadas.

Comentário:

Ora, exemplo mais evidente disto são as performances que estamos produzindo para apresentar em Ação Artística II. Produzimos algo, depois desproduzimos. Temos idéias, a executamos,desistimos de usá-las... No final de tudo iremos fazer algo que escapa à nossa imaginação e disto sobrará vestígios de idéias e ações que não serão aplicadas no projeto final da obra.

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