sábado, 19 de setembro de 2009

PAUL KLEE

Discente: Daidimacs Silva

Paul Klee Foi um pintor alemão nascido na Suíça em 18 de Dezembro de 1879. O seu estilo, grandemente individual, foi influenciado por várias tendências artísticas diferentes. Ele foi um estudante do orientalismo; Klee era um desenhista nato que realizou experimentos e, conseqüentemente, dominou a teoria das cores, sobre o que ele escreveu extensivamente. Suas obras refletem seu humor seco e, às vezes, a sua perspectiva infantil, seus ânimos e suas crenças pessoais, e sua musicalidade. Na adolescência Klee decidiu pelas artes visuais por acreditar que a música moderna, para ele, não tinha significado. Como um músico, ele tocou e se sentiu ligado emocionalmente às obras dos séculos XVIII e XIX, mas, como um artista, ele abriu caminho à liberdade para explorar idéias e estilos radicais. Em 1898, com a relutante permissão de seus pais, ele começou a estudar arte na Academia de Belas Artes em Munique, com Heinrich Knirr e Franz Von Stuck. Ele se destacou em desenho, mas aparentemente não possuía qualquer senso natural de coloração.
Klee pintou o seu primeiro abstrato puro, No Estilo De Kairouan (1914), composto de retângulos coloridos e alguns círculos. O retângulo colorido passou a ser o seu bloco de construção básico, que alguns historiadores associam a uma nota musical, que Klee combinou com outros blocos coloridos para criar uma harmonia de cores análoga às composições musicais. A sua escolha de uma paleta de cores em particular emula uma chave musical. Às vezes, ele usava pares complementares de cores, e, em outras vezes, cores “dissonantes”, novamente refletindo a sua conexão com a musicalidade. Paul Klee define o seu estilo como "Romantismo frio". “Se Jean-Auguste-Dominique Ingres criou uma ordem na ausência de movimento, eu quero criar uma ordem no movimento, mas sem aquele páthos", escreveu klee.
Paul Klee foi um artista da essência. Suas pinturas, muitas delas de pequenas dimensões, parecem tímidas, mas, diante de um olhar mais atento revelam-se grandiosas em imagens e sensações. Diz-se que ele pintava o que os olhos não enxergavam: por isso seus temas não podem ser vistos, apenas sentido com a alma e com o coração. Atento ás energias e ás vibrações, ele buscava o mundo interior, aquele que buscava além das aparências. Filho de músicos, Klee também era violinista. Da música emprestou á pintura o trabalho puro com a composição e as formas, em que tema e interpretação jamais podem ser desmembrados. No mundo contemporâneo, onde a exterioridade e a sua superfície das coisas costumam ser exaustivamente exploradas, a obra de Klee revela a existência do artista sensível mas potente. Paul Klee sofreu com a perseguição nazista na Segunda Guerra Mundial e com a descoberta de uma doença degenerativa, mas trabalhou metódica e arduamente até o fim da sua vida em 29 de junho de 1940 ( aos 60 anos).




Paul Cézanne

Discente: Juliana Pereira

Paul Cézanne nasceu em Aix-en-Provence em 19 de janeiro de 1839. Apesar do seu pai não apoiar seu ingresso no meio artistico, Cézanne abandonou a faculdade de Direito e viajou a Paris, em 1861, para aperfeiçoar os estudos em pintura. Seis meses depois ele retorna a Aix por não ter se adaptado ao meio artistico parisiense e passa a trabalhar com o pai. Descontente com sua vida, largou o trabalho e voltou a Paris em 1862.Paul Cézanne foi um pintor pós-impressionista francês, cujo trabalho forneceu as bases da transição das concepções do fazer artístico do século XIX para a arte radicalmente inovadora do século XX. Cézanne pode ser considerado como a ponte entre o impressionismo do final do século XIX e o cubismo do início do século XX. A frase atribuída a Matisse e a Picasso, de que Cézanne "é o pai de todos nós", deve ser levada em conta. Cézanne cultivava sobretudo a paisagem e a representação de naturezas mortas, mas também pintou figuras humanas em grupo e retratos. Nas suas numerosas naturezas mortas, tipicamente compostas por maçãs, levava a cabo uma exploração formal exaustiva que é a terra fecunda de onde surgirá o cubismo poucos anos mais tarde. Entre as representações de grupos humanos, são muito apreciadas as suas cinco versões de Os Jogadores de Cartas e A Mulher com Cafeteira, pela sua estrutura monumental e serena, marca o grande momento classicista de Cézanne.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Burden: Fazendo Arte.

Chris Burden, artista norte-americano, desenvolveu a partir dos anos 70 uma série de ações nas quais utilizou o próprio corpo como material de trabalho e de comunicação. Dentre suas performances, me chama à atenção a obra intitulada TIROTEIO onde evidencia uma tendência em radicalizar suas apresentações, quase que suicidamente. Nela, ele pede a um amigo que atire em seu braço esquerdo. O que deveria apenas ter causado um arranhão, custa-lhe um grande pedaço de carne. A proposta do artista está ligada diretamente ao risco e tabus ligados à cultura contemporânea, exemplo, as percepções de violência.
Convenhamos pessoal, é plausível a proposta do Burden. Neste sentido, a performance e a realidade por alguns instantes assemelham-se, quer queira que não, tendo como cenário, um jogo bastante arriscado.
Abraços,
Valdinei Matos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Questionamento

A construção da subjetividade é feita ao longo de nossa vida a partir do que a gente atinge ou é atingido. Pode o ser humano produzir conhecimento a partir de si mesmo sem influência externa e onde encaixaria o dom neste contexto?

Denis Zubieta.

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