domingo, 11 de outubro de 2009

Contribuição Sobre a Arte Conceitual

Piero Manzoni - Arte Conceitual

Contribuição do Aluno: Alex Maia

Colegas, a respeito da última  aula, sobre o meu questionamento
da idéia em sí  ser ou não obra de arte, achei o seguinte argumento em um blog
hiper interessante na internet: http://www.devorer.blogspot.com/ Esta 
explicação segue abaixo, na íntegra. Achei o argumento muito firme,
o que levou-me a flexibilizar a minha opnião, ei-lo:

Arte Conceitual


Para alguns artistas do final dos anos sessenta e início dos anos setenta, tanto as pinturas,
como as esculturas, tinham morrido. Não que a arte em si estivesse morta, mas para estes
artistas, o uso do objeto como arte havia se desmaterializado.

As idéias da Arte Conceitual surgiram a partir das obras do dadaísta Marcel Duchamp,
e do seu pensamento de que todas as coisas podiam ser arte. O conceito, então, passa a
ser o artifício mais importante.

Enquanto os minimalistas eliminaram da arte o uso de imagens, personalidades,
mensagem e emoção, os conceitualistas desaparecem com o objeto. Para eles
o processo de criação valia muito mais que a peça acabada. E já que a idéia era
o essencial, a execução da obra ficava em segundo plano, não necessariamente sendo
feita pelas mãos do artista.

Além disso, os artistas conceituais reivindicaram uma nova relação entre arte e texto,
usando mensagens verbais e escritas como a própria obra de arte.

Em 1961, o artista Piero Manzoni provando que tudo pode virar produto e ser vendido,
defecou em 90 latinhas e as etiquetou com o texto “Merda d´ Artista” ( Merda de Artista).
Detalhe: todas as latas foram realmente comercializadas. Já Sol LeWitt, dizia que os
conceitualistas eram misteriosos e não podiam ser alcançados pela lógica.

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