Aluno: Denis Zubieta.
A construção de dispositivos de controle a partir de maquinações hegemônicas, nos tornam cada vez mais dependentes de produções externas. Somos sujeitos a um processo de unificação onde hábitos locais e heranças culturais são gradualmente sufocados por fatores externos. A linha do horizonte que nos serve de parâmetro, em especial, com objetivo de nos estimular a ir além nos dando a sensação de transpôr limites, passam a ter uma conotação de isolamento, onde somos cercados e limitados a fazer o que a padronização e a regulação nos permite.
Todos as formas de arte, neste âmbito, serve para transpôr esses limites, o homem tem a capacidade de criar um mundo de possibilidades, possibilidades do real, e gerar riquezas imateriais não só para si como para os outros. A manifestação da arte é o resgate e a consolidação dos anseios individuais e uma voz que parte de dentro para fora atingindo a todos nós de forma bem particular.
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